Nossa História


A ideia de organizarmos um grupo de alvirrubros em São Paulo surgiu recentemente, quando alguns de nós começamos a receber ligações de alvirrubros que moram em Recife mas que, por estarem viajando a trabalho em São Paulo, não queriam perder o jogo do Náutico.

Pegando um pouco da experiência da Confraria do Timbu, em Brasília, marcamos nossa primeira reunião para um almoço momentos antes do jogo contra o São Caetano, pela série B, no sábado 12 de novembro de 2011.

O local: São Caetano Bar e Armazém. Na foto abaixo, os primeiros "fundadores": Ulisses, Eduardo Vilar, Bernardo e Maria Augusta, Daniel, Artur e filhos, Marcelo, Eduardo e os irmãos Victor e Marcos Menelau. E com direito a Hino do Náutico cantado por todos, acompanhado pelo violão.

E a Timbu da Garoa começou pé-quente: no empate em 0 x 0, o Náutico conquistou o ponto que faltava para sua classificação matemática para a série A do ano seguinte.


E para definir o que é a Confraria Timbu da Garoa, tomamos emprestado algumas das palavras que escrevemos para definir o que era a Confraria Timbu Coroado (mais tarde Confraria do Timbu), em Brasília, grupo que ajudeamos a construir por 5 anos e um exemplo a ser seguido por todos os alvirrubros espalhados pelo mundo:

"Não somos uma torcida organizada. Somos simplesmente um grupo de amigos alvirrubros, residentes em São Paulo, que querem manter vivo o espírito alvirrubro, mesmo estando a 2.600 quilômetros do Recife.


A Timbu da Garoa é a bandeira do Náutico hasteada na maior cidade do País, sem qualquer viés político. Um ponto de referência para os alvirrubros que moram ou passam por aqui, que faz brilhar ainda mais nossas seis estrelas.


Somos alvirrubros, acima de tudo. Torcemos pelo Náutico, e é isso o que nos une."

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